Egresso da UNICEP entra na pós da Esalq-USP

O curso de Engenharia Agronômica da UNICEP prova que forma profissionais de qualidade.


O recém-egresso do curso, Antonio Donizeti Ferreira, acaba de ingressar no curso de pós-graduação stricto sensu (especialização) em Solo e Nutrição de Plantas, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, a Esalq, da Universidade de São Paulo (USP).


Segundo ele, o profissional Engenheiro Agrônomo para conduzir uma cultura, tem como um dos itens principais,  conhecer o solo onde vai plantar. “Hoje, em muitas propriedades, não fazem se quer a análise de solo, o que leva o agricultor a produzir menos e, às vezes, sem saber o que está acontecendo, pois utilizou fertilizante com precipitação suficiente para a planta se desenvolver, porém o solo não estava corrigido corretamente,” disse Antonio, explicando que, dessa forma, existe um espaço profissional onde o agrônomo pode trabalhar visando a análise de solo e a correta interpretação desta para que o produtor tenha retorno em seu investimento. “A nutrição de plantas, que hoje é feita em grande parte das propriedades apenas no uso de macronutriente e, em muitos casos, de fonte, dose, local e época incorretos, podemos corrigir isso e também utilizar de micronutrientes”, falou.


Para entrar na Pós, segundo Antonio, precisa ser graduado na área. “Logo que fiquei sabendo do curso, eu me inscrevi e, após uma seleção, foi feito um contato para que eu pudesse me matricular. A matrícula é simples e a duração do curso é de aproximadamente dois anos. A graduação na UNICEP foi muito importante, pois mesmo já trabalhando na área, eu aprendi muito. Além das informações profissionais que recebemos no curso, existe uma troca de ideia com os professores e muitos deles são doutores e conhecem praticamente, tudo que acontece na área agronômica”, disse Antonio que mencionou que, no curso de pós-graduação ESALQ - USP, está se aprofundando em assuntos vistos na graduação e isso é de extrema importância.


“Não pretendo parar de estudar, pois vejo que a cada dia que passa necessitamos de mais informações para desenvolver o trabalho nas fazendas. Meu futuro será sustentado pela graduação e pós que estou fazendo, meu trabalho é a agropecuária e pretendo, com este conhecimento, ser reconhecido como um bom profissional e certamente melhor remunerado”, finalizou.

Texto: Andrea Vergamini de Castro

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