Sexualidade Feminina foi tema de debate na Fisioterapia

A última live do 19º Simpósio Continuado de Fisioterapia da UNICEP aconteceu no dia 12 de novembro, com a Fisioterapeuta, Tatiana Rodarte, que trouxe o tema “Atuação Fisioterapêutica na Sexualidade Feminina”.

Tatiana tem um projeto em consciência sexual no Instagram que se chama @vulva.livre. Ela explicou que a sexualidade é um tema que precisa ser abordado na graduação de todos os profissionais da área da saúde. “Hoje, a gente sabe que a saúde sexual é uma das coisas mais importantes que compõe a vida de um ser humano e ainda estamos engatinhando dentro dos projetos pedagógicos, nas universidades, porque o tema ainda não ganhou espaço para discussão. Essa palestra é importante porque a gente consegue acessar esse tema e seria importante, inclusive que ele fizesse parte das grades curriculares.”, afirmou Tatiana.

Ela contou que um dos objetivos da palestra era “trazer para os alunos quais são os nossos desafios dentro do campo da sexualidade na nossa sociedade contemporânea, tanto como indivíduos, quanto como profissionais da saúde, e sinto que esse objetivo foi atingido. Foi bem interessante passar esse quadro que a gente vivencia enquanto indivíduo e os desafios que os profissionais de saúde terão. O outro objetivo era trazer uma nova perspectiva da atuação da fisioterapia na sexualidade. Hoje, existe um campo dentro da fisioterapia que é a saúde da mulher, composto por quatro campos principais, um deles é a sexualidade, mas essa atuação ainda é muito focada nas disfunções sexuais femininas. O objetivo dessa palestra era trazer uma outra perspectiva dessa atuação entendendo que o fisioterapeuta pode atuar como educador e pensando na prevenção das disfunções, além da promoção da saúde sexual, focando mais na função sexual e no conhecimento do corpo do que nas disfunções sexuais em si e sinto que esse objetivo também foi alcançado.”.

E concluiu: “Gostei muito do convite para participar do evento, acho que é importante que os alunos tenham sempre a oportunidade de entrar em contato com profissionais que estejam atuando na área, porque muitas vezes dentro do contexto da graduação eles entram em contato mais com a teoria. E esse intercâmbio com os profissionais faz com que eles tenham uma visão mais ampla do que é a prática clínica em si e dá mais ferramentas para que eles escolham qual será de fato, o caminho e a atuação profissional deles.”.

Para assistir as lives do evento, clique aqui!

Texto: Ana Lívia Schiavone
 

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